sexta-feira, 15 de maio de 2015

Urban

A cidade tem todo e qualquer movimento que condiciona a forma como todo processo de vida do cidadão. O espaço e o tempo são grandezas que interagem de forma dinâmica, todavia a sua formatação é algo do movimento da metrópole. Fatores tais que são evidentes em uma espécie de neurose que impulsiona grandezas fundamentais do ser.
De fato o sentimento que condiciona e coloca outros fatores que podem ser de forma pontual questões para novas formas de pensar. Verbos estruturam a leveza e delicadeza da cidade focaliza variadas situações, todavia algo vai se esvaziado no cunho do ser. De certa forma é uma espécie de perdição da caracterização engendrada por estruturações ou formatações levadas de forma sutil.
Criações severas podem ser vista a luz do dia, mas algumas pessoas veem aquilo como algo natural ou não querem perceber. Um problema que só é visto quando algo ilícito vai de contra a forma verdadeira. O ilícito pode ser suspeito dentro da sua forma de expressar, talvez seja levado em consideração para outro momento dominante ou agora, para uma realidade possível.
O individualismo é formato perfeito das estruturações que possuem gama de símbolos flutuantes de influência. E possui todo um meio propício para ter o próprio desenvolvimento e assim continuar verbos negativos para o processo humano. Lembrando bem é perfeito como é engendrado porções de liquides nas formas das interações estejam de que forma for e como é estruturado.
A cidade vive sobre imperfeições, mas quem quer ser perfeito? Ela sempre delicada e algumas vezes se fecha, mas quer sempre movimento intenso. O que diga da metropolitana das folhas caindo ao chão e de prédios sendo construídos. A modernidade é o prato do dia, porém quem estruturou o moderno? Bom enfim, o fim é um bom caminho para outro percurso em um ciclo de outra página. 

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