sexta-feira, 22 de novembro de 2024

Morte do ser

Lá vai findando,
Vibrações fetais da vida.
Como uma explosão sem sentido,
O nada começa aparecer.
 
Flutua dores,
A carência sensível do ser.
Desmembrado da realidade,
E a vida inexistente. 
 
A morte do ser,
Pertence ao tempo.
Na mente,
Que vai ficando decadente.
 
As ordens reais,
Vão seguir em frente.
E aquele ser,
Será um nada.
Um nada!

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