domingo, 26 de abril de 2020

Ensaio 1 – A fumaça da vida e morte cotidiana (XVII)


A expressividade do sujeito, ela compõe a condição estética e evidência a fumaça que paira nas ordenações de significados que estão em evidência na realidade. Dessa maneira, o movimento das  expressividades das pessoas, elas se propagam na vida e morte, no ser que promove a temporalidade. Além disso, é pertencente à energia que fortalece a interação na essência existencial do mundo. 

A expressividade do indivíduo, é a condição estética, que proporciona movimentações e adentra a fatores significativos da ordenação da realidade cotidiana. Portanto, isso adere ao processo interativo que sensibiliza fontes situacionais mundanas. Então, com isso, nós temos a ligação entre seres, como parte do processo de sensibilização que pertence à realidade da pessoa. 

O processo da expressividade, ele se situa na estética, ele pertence à produção subjetiva da pessoa e compõe grau de movimentação na realidade.  Desse modo, isso evidência a fumaça que paira no ar e que se utiliza para determinado modo de composição de significado. Como se as diversas realidades, em suas dimensões de propagação, ela tivesse em sua estrutura, expressões que desencadeiam a condição da existência.

Os movimentos das expressividades, elas estão na base da vida e morte do ser, pois se caracteriza na condição de seus processos de vivência. Como exemplo, nós temos os desejos, na caracterização da composição real, em que a formatação da realidade, ela deixa de lado, outras fontes de sensibilização. Assim, a produção da temporalidade, ela se situa na condição das esferas significantes do mundo.

A condição temporal, ela se evidência, na lógica de ideias que estão no processo de formatação da realidade, além de que promove a movimentação do ser no condicionamento racional. Assim sendo, fonte de uma reciprocidade constante nas escalas de realidade dentro do cotidiano e sua estrutura estética.

Desse modo, isso atua diretamente na produtividade espacial, como um espaço em que é formado na mentalidade na consciência, dentro da movimentação cognitiva do ser, em sua relação com a realidade. O espaço, ele é produzido a cada momento, nas diversas escalas de interação entre pessoas, como processo continuo da vida em que os seres, eles precisam se alimentar, para compor o seu significado dentro de uma lógica de ordenações de ideias.

Então é como se fosse uma energia na composição da consciência, ela que se alimenta, de fatores estéticos, assim como, de fatores dos seres, em suas escalas de vida e morte cotidiana. Algo que constantemente precisa de fontes de percepção no mundo como ele é estruturado. Dessa maneira, nós temos a atuação da escala da realidade, na vida, ou na morte, e  rupturas de sentido,  do ser, em construções de sentido e dimensões, que são latentes no estilo e forma de racionalizar.

As interações do cotidiano, elas promovem a consciência, então nutrida por conta da composição estética, além disso, na expressividade do indivíduo. Dentro da reciprocidade dos seres, eles que significam determinada realidade cotidiana. A condição das diversas escalas de realidade, elas se percebem nas diversas formas de sensibilização, que evidência, as condições de processos sensibilizantes da vida e morte.

A fumaça da vida e morte cotidiana, ela é a  movimentação das das expressividades, que compõem processo interacional do mundo como é, em que isso adere, a formatação da realidade, assim como, fatores estéticos da composição do cotidiano. Ela é uma energia que nutri a condição da consciência, na construção de diversos fatores de sentido em nossa realidade.

Assim, a produção da condição temporal e espacial, elas são a movimentação do ser em sua essência de significado, como também, a formatação da realidade. A propagação das fumaças da vida e morte, ela é fonte de propagação de estilos e formas, em que cada ordenamento de ideias, eles propagam dimensões de mundo, como são cotidianamente.

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