domingo, 19 de abril de 2020

Poema 1- Temporalidade (XVII)


Da movimentação vigora,
Expressões fundamentadas.
Das lógicas essenciais,
De outras partes do mundo.

Polo das realidades,
Fonte fonética da imaginação.
Pinta o subjetivo,
Jorra flores sensitivas.

Apela para a história do ser,
Brinca com o tempo mundano.
Aquele morto residiu em ti,
Oh tempo vigorante.

Vibra as diferentes frequências,
Das mentes que se submeteram a ti.
Expressaram a verdade com base si,
E cultuaram a temporalidade delirante existente.

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