A rua corre,
Quanta gente.
As casas de venda,
Lotam a frente de produtos,
Como frutos do Açaí.
As ruas são estreitas,
Espaços de tempos antigos.
Pessoa de camelô,
Socorre o pequeno produto,
Seja roupa, DVD, celular,
Humilde patrimônio.
Tantos jorrados pela rua novembro,
Sentados ou em pé,
Chamando sujeitos.
Tudo vai e segue,
Pela manhã.
O sol,
Aliado profundo,
Esquenta as relações,
De vendas.
O tempo,
Encorajador de emoção passa.
A tarde chega e com ela,
Outros movimentos.
Queira venda de produtos,
Outros são encorajados,
Com a escuridão bela do final de dia.
À noite,
Também existem produtos na rua novembro,
Corpos humanos mágicos.
Canta brega, canta sincero.
Gente dormindo em algum canto,
Ouça a vida soluçante,
De algo, de alguém.
Outro dia chega,
Com ele,
Café e pão,
Da vida dos camelôs,
Sem pressa,
Arrumam o motivo do dia.
Lojas,
Abrem as porteiras.
Jorram o frio,
Do ar condicionado.
E o movimento,
Segue na altura de gente,
Com algumas Emoções.
Quanta forma e estilo,
São dragões,
De sentimentos.
Gente, como gente,
Forças simples.
Queira saber?
São do Comércio, da Campina, em Belém.
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