Saudades
de paixão
Que
deixaste para o passado.
Livre
e sem chão,
Por
razão, magoaste.
Tantos
dias a olhaste,
Perdido
por algum lugar.
Talvez
voltasse,
Pela
mesma flor.
Mas
quanto passado
Aquela
flor possuiu.
Libertadora
e forte,
Deixaste
pelo rio da vida.
Quanto
acostumaste e perde ao tempo?
Santo
remédio de dores,
Ação
natural,
Mas
sozinho por será.
O jardim é livre,
Mas
a ocasião é viril por si.
Leve
o vento da alma,
A
vida é fértil!
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