quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Parte IV - A investigação Policial


Depois de uma longa investigação que custou alguns anos, a polícia tem êxito. Começava então a ser descoberto o motivo dos crimes e questões ao redor.
Na coletiva de empresa, o delegado que comanda o caso inicia com algumas instruções para os repórteres. Todos na cidade veem o jornal na tevê  e ficam atentos para a pronúncia daquele homem. Que afirma:
- Quem quiser fazer perguntas, pode iniciar.
O jornal televisivo Bronca do dia, que queria um grande furo de informações, inicia a coletiva com o seu repórter:
- Quem é o motoqueiro? E os motivos dos crimes?
O delegado olhando para o jornalista, inicia a resposta:
- Bom, de acordo com as investigações o motoqueiro é um matador de aluguel. O motivo do primeiro crime é questão de dinheiro. O segundo crime, foi pelo fato de André Merceiro, ter sido testemunha do primeiro crime. O fato, é que o seu motorista também foi assassinato por naquele momento, acompanhar o André.
Assim que o delegado parou de falar, o repórter da rádio Libe, inicia a sua fala abordando a brutalidade dos acontecimentos e pergunta:
- Quais são os motivos mais profundos do primeiro crime?
O delegando sempre sério, fala:
- No primeiro momento da investigação, eu não queria acreditar na coleta dos fatos que até então a minha equipe de investigação e eu coletamos. Todavia, aprofundei os dados e encontrei o caminho para finalizar o caso.
Neste momento, o delegado tosse demostrando o cansaço do seu corpo e então ele começa a falar:
- Beto e Mauro, detinham uma grande empresa automobilística e isso fez com que eles fossem os dois maiores empresários de Belém.  A mulher de Beto detinha um documento em seu nome caso Beto morresse, ela ficaria com parte da empresa e também todo o dinheiro de Beto. A Helena Lisboa, foi mandante do crime, mulher de Beto.
Todos ali ficam assombrados com que o delegado fala. A cidade não entende como alguém poderia fazer aquilo. O fato é que a cada dia é expresso a selva social.
O repórter do jornal Belém do dia,  levanta-se de sua cadeira e expõe uma situação para o delegado:  
- O Senhor soube que Mauro era amante de Helena Lisboa. Isso influenciou de alguma forma  o crime?
- Bom pelo que investigamos sim. Helena Lisboa naquele período estava grávida de Mauro. Ela além de ficar com a fortuna, também queria que seu marido não soubesse de seu caso e ninguém na sociedade. Desconfiava que Mauro falasse tudo. Foi por conta deste motivo que ele morreu naquela noite.
Neste momento o delegado olha para o relógio e ver que a coletiva tem que terminar. Olha para os seus colegas ao redor e mexe a cabeça para cima e para baixo, afirmando algo. E então fala:
- Bom, a coletiva chega ao fim. Agradeço a todos por estarem aqui conosco para que possamos falar...
Nesse momento alguém interrompe o delegado, é o repórter do jornal  Registro.
- Mas antes de terminar, a moça já foi presa? E o motoqueiro,  também já foi preso?
- A minha equipe já foi ao encontro da Helena Lisboa para concretizar a prisão e ter seu julgamento. O motoqueiro é um pistoleiro que há alguns dias atrás foi morto no sudeste paraense. Tudo leva a crer que foi acerto de contas, mas as investigações estão em andamento.
Neste momento o delegado junto com seus companheiros saem da sala de empresa. Então os jornalistas que ali estavam, escrevem e pontuam variadas informações da coletiva. A tevê que fazia a cobertura finaliza transmissão com o apresentador falando como ocorreu o crime e suas questões.

A cidade escuta atenta a todas as percepções colocada. A sociedade entende e expressa que foi um dos piores crimes. No outro dia, sai na capa de jornais impressos a foto de Helena Lisboa presa. Na tevê, aparece a ação da policia e trecho de falas de depoimento de Helena. O caso ficou conhecido como "A Matança de Helena". 




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